Acolhimento a viúvas e viúvos: seg. a sexta das 08h às 12h
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Depoimento Sami

Olá! Sou Sami @samiifernandes uma das colaboradoras do @amaredeixarir.

Tenho 29 anos, sou professora da SEEDF, mãe do Arthur (6), da Lavínia (4) e da Valentina (1) e assim como muitos de vocês, tenho moral no céu…

Desde a adolescência minhas amigas tinham sonhos de viajar o mundo, arranjar um bom emprego, morar sozinha… Eu só queria ter uma família!

Me casei aos 21 anos na igreja, de véu, grinalda e lua de mel.  Dois anos depois nascia o nosso primeiro filho.

Quando Arthur Felippe completou um ano e meio, eu enfrentei o meu primeiro deserto: a separação. Certamente uma das fases mais difíceis da minha vida. Com duas semanas eu estava com 9 kgs a menos, um filho pequeno, uma gravidez recém descoberta, com o coração e vida destruídos! Lá eu vi meu sonho de família escorrer entre os dedos.

Com a graça de Deus, em meio à muita luta, eu consegui me restabelecer. Quase 3 anos depois eu reencontrei um amigo da adolescência e tudo em mim se transformou. Apaixonamos-nos, namoramos, fomos morar juntos, noivamos.

Eu não entendia a velocidade em que as coisas aconteciam, mas tudo para o lindo era imediato! Vivemos de forma plena e intensa. Ali eu tive a restauração da minha autoimagem, o resgate do meu “eu”, a sintonia perfeita, nossa casa exalava amor, alegria e companheirismo!

Eu vivia uma restituição! O lindo tinha um desejo meio obcecado em ter uma filha. Ela já tinha roupas e nome, antes mesmo de existir. E no auge do nosso amor, da felicidade em ser pai novamente, ele se foi… Lá eu estava grávida de 4 meses, com dois filhos pequenos, um buraco no coração, uma dor na alma e enfrentando mais um deserto: o luto.

Muitos foram os desafios durante esse um ano e meio, mas o Senhor em sua infindável misericórdia, mais uma vez me carregou nos braços quando me faltou o chão.

As doses de gratidão, alegria e vontade de viver foram aumentadas e ressignificar a dor em amor é o que me conduz. Eu não sou forte! Tenho um Deus que habita em minha fraqueza e todos os dias me dá novas possibilidades.

Em meio às minhas guerras pessoais eu escolhi agradecer por cada detalhe da vida e encarar os problemas como aprendizado. Eu escolhi viver e meu único medo hoje é de não ser feliz!

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